Fonoaudiologia Infantil

Se a comunicação do seu filho está te preocupando, você não está exagerando.

Você está sendo a mãe que ele precisa.

Sou fonoaudióloga infantil e atendo no consultório da Penha, em São Paulo. Trabalho com crianças que precisam de apoio pra se comunicar melhor, seja porque ainda não falam, seja porque falam pouco pra idade, seja porque falam e ninguém entende direito.

Vamos conversar no WhatsApp
Jeissylane, fonoaudióloga infantil, sorrindo no consultório da Penha
Fonoaudióloga em uma sessão com uma criança, usando tablet com pranchas de comunicação alternativa, em consultório infantil com iluminação natural

Você provavelmente já ouviu:

Quando a gente comenta com alguém que está preocupada com a comunicação do filho, aparecem sempre as mesmas frases. Aqui vão elas, com o que eu costumo responder pra cada uma.

  • "Cada criança tem seu tempo."

    Tem, sim. Mas alguns tempos merecem uma segunda opinião de quem sabe olhar com o cuidado certo.

  • "Você tá exagerando."

    Não é exagero, é atenção. E atenção com um filho pequeno é uma das coisas mais legítimas que existem.

  • "O filho da vizinha falou tarde e hoje está ótimo."

    Talvez. Só que seu filho é seu filho, e cada história de desenvolvimento é única.

  • "Isso é culpa do celular."

    Talvez tenha influência, talvez não. Só quem avalia com propriedade consegue te dizer com clareza.

  • "Na minha época isso não existia."

    Existia sim, só não tinha nome nem quem soubesse como ajudar.

Nenhuma dessas pessoas te quer mal. Elas te querem bem, e por isso tentam te tranquilizar. Só que na maioria das vezes não estão vendo o que você vê. Buscar uma segunda opinião de quem entende do assunto não é exagerar, é cuidar.

O que observar em cada idade

Cada idade traz um jeito diferente de comunicação, e os sinais de que algo pode estar diferente aparecem de um jeito sutil. Aqui vão os principais pra você organizar a sua percepção.

  • Criança apontando para figuras em um livro ilustrado

    Aos 2 anos

    Observar se:

    • Ele fala poucas palavras
    • Ele não junta duas palavras ainda, tipo "quer água" ou "cadê mãe"
    • Ele aponta e chora em vez de tentar falar
    • Ele parece não entender ordens simples do dia a dia
  • Criança usando pranchas de comunicação alternativa em um tablet

    Aos 3 anos

    Observar se:

    • Ele fala bastante, mas ninguém entende direito
    • Ele troca muitas letrinhas de forma consistente
    • Ele engole os finais das palavras
    • Ele não consegue contar como foi o dia
  • Criança organizando cartões com figuras de animais e objetos

    Aos 4 anos

    Observar se:

    • Ele ainda fala igual bebê em várias palavras
    • Ele evita conversar em público ou com desconhecidos
    • Ele se frustra e chora quando ninguém entende o que ele quis dizer
    • A professora comentou que ele fala pouco em sala
  • Close no rosto de uma criança formando o som de uma palavra

    Aos 5 anos

    Observar se:

    • Ele continua trocando os mesmos sons de forma consistente
    • Ele tem dificuldade em formar frases mais longas que os coleguinhas
    • Ele começou a alfabetização e trava em letras específicas

Se você reconheceu seu filho em dois ou mais desses sinais, uma conversa comigo já vale a pena. Não é pra correr nem pra se desesperar, é pra entender juntas o que está acontecendo.

Quando faz sentido me procurar

  • Quando ele fala pouco pra idade

    Se seu filho de 2 anos ainda não junta palavras em frases pequenas, ou se aos 3 ainda fala muito pouco pra idade, vale uma avaliação. Quanto antes a gente começa, mais leve fica o caminho pra frente.

  • Quando ele fala mas ninguém entende

    Ele se comunica, tenta muito, mas as palavras saem trocadas. Bola vira boa, cachorro vira tatorro. É comum entre 3 e 5 anos, mas se persiste vale ajustar antes da alfabetização começar.

  • Quando a boca parece não obedecer

    Ele sabe o que quer dizer, mas o som não sai como ele gostaria. Isso pode indicar uma dificuldade motora da fala, que é quando o cérebro manda o comando mas os músculos da boca ainda não conseguem executar direito. Responde bem ao tratamento certo.

  • Quando outro profissional indicou

    Se o pediatra, o neuropediatra, o psicólogo ou a professora do seu filho comentou que vale procurar uma fonoaudióloga, você já tem meio caminho andado. Marcamos a primeira conversa pra eu entender junto com você o que faz mais sentido a partir da indicação e como a gente segue daqui.

Também atendo crianças com autismo, apraxia (essa dificuldade motora citada acima), síndrome de Down e outros contextos em que a fala convencional não está sendo o caminho principal. Nesses casos, entra o que mais amo fazer: comunicação alternativa.

Quando falar ainda não é o caminho, existe outro

Uma parte grande do meu trabalho gira em torno do que a gente chama de comunicação alternativa, e ela emociona bastante os pais quando entendem como funciona na prática.

Como acontece

  • Um tablet com imagens que a criança toca pra formar mensagens
  • Cartões que ela aponta pra dizer o que quer
  • Sons gravados na própria voz dela que ela reproduz depois

O que a criança passa a conseguir

  • Pedir o lanche que quer na escola
  • Dizer onde está doendo
  • Contar o que sentiu durante o dia
Tablet com pranchas de comunicação alternativa, cartões de figuras e teclado sonoro usado nas sessões

Muitos pais têm medo de que isso atrase a fala, mas na realidade acontece o contrário. Quando a criança percebe que existe um caminho pra se comunicar, o cérebro dela abre pra fala, não fecha.

Já atendi uma criança autista que não falava. Fomos construindo juntas, com paciência e comunicação alternativa, um caminho pra ela se expressar. Anos depois, ela me escolheu pra homenagear na formatura da escola. Guardo esse dia como um dos mais bonitos da minha vida como profissional.

Jeissylane Alves Ribeiro, fonoaudióloga infantil, em pé no consultório da Penha

Sobre mim

Sou Jeissylane, fonoaudióloga infantil formada em 2017 pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Sou especializada em audiologia educacional (que é a área da fono que trabalha com implantes cocleares, aparelhos auditivos e o desenvolvimento da linguagem em crianças com dificuldades auditivas) e trabalho com os métodos PROMPT (uma abordagem que ajuda a criança a formar o som guiando o rosto dela com as mãos) e Multigestos (que usa gestos das mãos pra apoiar cada som durante a fala). Atualmente estou em aprimoramento pra atender melhor crianças com síndrome de Down.

Cresci sendo uma criança com dificuldade escolar em uma época que ninguém sabia como acolher isso. Carrego até hoje o quanto pesa ter um adulto que não entende. É o motor do jeito como eu atendo hoje: cada criança é um ser humano por inteiro, com sua história e seu contexto, não um problema a ser resolvido.

Áreas de atuação

  • Atraso na fala
  • Trocas na fala
  • Dificuldade motora da fala
  • Comunicação alternativa

CRFa: 2-20417

O consultório na Penha de França, São Paulo

Sala de espera do consultório na Penha com paredes azuis, quadros infantis, banco roxo e verde com almofada do Pernalonga e piso de madeira Sala de atendimento com cozinha de brinquedo rosa, casinha lilás, mesinha branca, mesa de trabalho e vista da janela para os prédios da região

O consultório onde atendo foi pensado pra ser um espaço onde a criança se sente à vontade pra explorar, brincar e se comunicar do jeito dela, sem cobrança e sem pressa.

Como funciona o primeiro passo

Muitos pais adiam essa primeira ligação porque não sabem o que esperar. Ter clareza de como funciona é o que torna esse processo mais leve, e é isso que quero te oferecer aqui.

  1. A primeira conversa é com os pais

    Presencial, no consultório da Penha, sem a criança nessa primeira vez. Idealmente com você e o pai (ou o outro cuidador principal), porque cuidar de uma criança é uma parceria e as duas visões enriquecem muito o quadro. A gente conversa sobre a rotina do seu filho, o desenvolvimento dele, como ele come, dorme, brinca e se comunica. Vocês falam, eu escuto e vou fazendo perguntas com calma pra entender o quadro geral.

  2. Seu filho começa a vir

    Nessa etapa da avaliação, eu observo, brinco e proponho atividades. Cada criança leva seu tempo pra criar vínculo. Em média, são de 4 a 8 encontros, um por semana.

  3. Feedback em toda sessão

    Ao final de cada encontro, eu conto pra vocês o que trabalhei, o que observei e o que faz sentido tentar em casa. A parceria com os pais é primordial pra evolução da criança, porque o que a gente faz aqui em 50 minutos por semana precisa se estender no dia a dia da família.

Avaliar não é diagnosticar. Avaliar é entender.

O que as mães me mandam

Avaliações reais no meu Google Meu Negócio.

N. M. dos A.

3 anos atrás

Profissional dedicada, amorosa e nota 10. Tratou meu filho com muito amor e paciência, fez os vínculos se tornarem um ponto positivo pra terapia dele. Obrigada por tudo.

J. N.

um mês atrás

Atenciosa em atendimento, as crianças adoram ir na "tia jeissy". Obrigado pelo carinho e dedicação com os pequenos!

A. M. de O. P.

3 anos atrás

Profissional dedicada e atenciosa! Recomendadíssimo.

M. C.

9 meses atrás

Gostei bastante da profissional, muito atenciosa, educada e cuidadosa durante o atendimento. Explicou tudo com clareza e demonstrou bastante interesse em ajudar. Recomendo!

Todas as avaliações acima são reais e estão publicadas no meu perfil do Google. Os nomes foram abreviados aqui pra preservar o sigilo das famílias.

Também recebo mensagens assim, direto no WhatsApp:

Perguntas que toda mãe faz antes de marcar

Meu convênio cobre o atendimento?

Não trabalho com convênio direto, mas atendo pelo modelo de reembolso. Eu emito nota fiscal a cada sessão, você envia ao seu convênio e o valor volta conforme o seu plano. Boa parte das mães que atendo faz por esse caminho.

Você atende em casa?

Não. Meu atendimento acontece sempre no consultório da Penha, porque ali tenho todos os materiais e a estrutura pra trabalhar direito com seu filho.

Faz atendimento online?

Com criança, não. A avaliação infantil precisa ser presencial, principalmente porque com crianças a gente trabalha muito com brincadeira, movimento e materiais físicos. A primeira conversa com os pais pode ser online, se for necessário.

Como funciona o pagamento?

Aceito Pix, cartão, dinheiro e transferência bancária.

Tem estacionamento no prédio?

Sim, o prédio tem estacionamento pago com valor acessível.

Onde fica o consultório e qual o horário de atendimento?

O consultório fica na Rua General Sócrates, 216, Penha de França, São Paulo. Os atendimentos são sempre com horário marcado com antecedência, os horários variam e ficam sempre atualizados no Google Meu Negócio.

Se você chegou até aqui

é porque está olhando pro desenvolvimento do seu filho com o tipo de atenção que muita gente ainda não sabe reconhecer como cuidado de verdade. Isso já diz muito sobre a mãe que você é.

Vem conversar comigo no WhatsApp com calma. A ideia é a gente bater um papo pra eu entender a sua demanda, tirar todas as suas dúvidas sobre o atendimento e te explicar como esse processo pode ajudar no desenvolvimento do seu filho.